Cabo Verde interessado em seguir modelo açoriano de desenvolvimento turístico sustentável
O Governo dos Açores está disponível para partilhar com a República de Cabo Verde a sua experiência de desenvolvimento, "nomeadamente no que respeita ao modelo de turismo sustentável que tem vindo a ser incrementado com êxito" na Região.
A afirmação é do vice-presidente do executivo, Sérgio Ávila, que falava aos jornalistas em Angra do Heroísmo no final de uma audiência com o Conselho de Administração da Socie-dade de Desenvolvimento Turístico das Ilhas da Boavista e Maio, daquele arquipélago africano.
Segundo o governante, a visita do primeiro-ministro de Cabo Verde aos Açores em Maio passado "representou um novo ritmo e uma nova intensidade na cooperação" entre os dois arquipélagos atlânticos e é nesse contexto que a Região está em condições de cooperar, com a sua experiência, em projectos como os que se referem ao desenvolvimento do turismo sustentável.
"Tendo em conta que existe uma Sociedade de Desenvolvimento específica para duas ilhas que se considera que têm um grande potencial de crescimento nos próximos anos, ligado à actividade turística mas também à necessidade de uma rede de infra-estruturas que potenciem essa mesma actividade, é importante partilharmos experiências dos pontos de vista turístico, ambiental e de desenvolvimento económico", precisou Sérgio Ávila.
No encontro, acrescentou o vice-presidente, "também demos a conhecer a nossa experiência de captação de investimento externo, com as nossas linhas de orientação e as nossas apostas e regras de apoio à iniciativa privada".
Sérgio Ávila considerou, também, importante criar um mercado turístico comum à Macaronésia, o que exige o envolvimento dos quatro arquipélagos na promoção e planeamento desse destino.
Por seu turno, o presidente da Sociedade de Desenvolvimento Turístico das Ilhas da Boavista e Maio, João Pinto Serra, revelou o interesse do organismo que dirige em adaptar o modelo açoriano à realidade de Cabo Verde, por reconhecer que "é um modelo que garante o desenvolvimento da actividade turística de forma sustentável", o que é essencial para a realidade cabo-verdiana, nomeadamente com uma forte componente de eco-turismo.
João Serra revelou que esse cuidado com a natureza é tanto mais crucial quando se pretende dotar as ilhas de Maio e da Boavista, nos próximos 20 anos, com 40 mil camas destinadas ao alojamento turístico.

A afirmação é do vice-presidente do executivo, Sérgio Ávila, que falava aos jornalistas em Angra do Heroísmo no final de uma audiência com o Conselho de Administração da Socie-dade de Desenvolvimento Turístico das Ilhas da Boavista e Maio, daquele arquipélago africano.
Segundo o governante, a visita do primeiro-ministro de Cabo Verde aos Açores em Maio passado "representou um novo ritmo e uma nova intensidade na cooperação" entre os dois arquipélagos atlânticos e é nesse contexto que a Região está em condições de cooperar, com a sua experiência, em projectos como os que se referem ao desenvolvimento do turismo sustentável.
"Tendo em conta que existe uma Sociedade de Desenvolvimento específica para duas ilhas que se considera que têm um grande potencial de crescimento nos próximos anos, ligado à actividade turística mas também à necessidade de uma rede de infra-estruturas que potenciem essa mesma actividade, é importante partilharmos experiências dos pontos de vista turístico, ambiental e de desenvolvimento económico", precisou Sérgio Ávila.
No encontro, acrescentou o vice-presidente, "também demos a conhecer a nossa experiência de captação de investimento externo, com as nossas linhas de orientação e as nossas apostas e regras de apoio à iniciativa privada".
Sérgio Ávila considerou, também, importante criar um mercado turístico comum à Macaronésia, o que exige o envolvimento dos quatro arquipélagos na promoção e planeamento desse destino.
Por seu turno, o presidente da Sociedade de Desenvolvimento Turístico das Ilhas da Boavista e Maio, João Pinto Serra, revelou o interesse do organismo que dirige em adaptar o modelo açoriano à realidade de Cabo Verde, por reconhecer que "é um modelo que garante o desenvolvimento da actividade turística de forma sustentável", o que é essencial para a realidade cabo-verdiana, nomeadamente com uma forte componente de eco-turismo.
João Serra revelou que esse cuidado com a natureza é tanto mais crucial quando se pretende dotar as ilhas de Maio e da Boavista, nos próximos 20 anos, com 40 mil camas destinadas ao alojamento turístico.
+ Informações:
Fonte: www.da.online.pt
Data: 2007-11-20 12:22:55
Visualizações: 174
Data: 2007-11-20 12:22:55
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