Novos empreendimentos provam que os Açores estão a crescer
Os Açores estão a crescer e a prova disso é que, dia-após-dia, aparecem novos empreendimentos na Região, considerou o secretário regional da Economia na inauguração de novas instalações da Electroferragens Correia, situadas no concelho da Ribeira Grande.
Duarte Ponte lembrou que "há uns anos atrás os Açores tinham um Produto Interno Bruto (PIB) que representava cerca de 75% da media do País e que hoje, segundo os últimos dados disponíveis, estão claramente a convergir".
"Em 2004, a Região já registava um aumento para 88% dessa média", percurso que, a continuar, "em 2007 terá registos muito acima desta marca, mas cujo valor só saberemos daqui a uns anos", acrescentou.
Apesar das expectativas positivas quanto ao desenvolvimento económico da Região, Duarte Ponte alertou para o facto de uma tal circunstância não "transformar os Açores num oásis".
Os Açores são "uma região que economicamente se integra na realidade económica nacional que, como se sabe, nos últimos anos, tem atravessado uma forte crise económica que nos atingiu a todos", alegou.
Segundo Duarte Ponte, graças ao desempenho do governo liderado por Carlos César "os Açores, mesmo enfrentando esta crise, conseguem criar emprego todos os anos", mantendo uma taxa de desemprego de 3,9%.
"Em 1996, tínhamos 89 mil pessoas empregadas e, hoje, temos cerca de 109 mil pessoas a trabalhar, com uma população praticamente na mesma", afirmou, concluindo que "isto significa que, se há mais trabalho e emprego, há mais desenvolvimento, cria-se mais riqueza e o nosso PIB aumenta".
Mas para que se continue a criar emprego e desenvolvimento, Duarte Ponte sublinhou ser "muito importante" a existência de "empresas economicamente viáveis, melhor preparadas com recursos humanos mais qualificados".
O secretário regional da Economia afirmou que a "universidade é importante e fundamental", mas, acrescentou que, apesar disso, "de lá não se sai empresário o que significa que é fundamental a escola que, por vezes, passa pela transmissão do testemunho de pai para filho ou do avô para o neto", aludindo ao exemplo das "Lojas Papagaio" (Electroferragens Correia) como empresa familiar que é.
"Esta empresa que nasceu pequena há 57 anos e que, ao longo dos anos, cresceu e se ramificou tem, hoje, a responsabilidade de manter a coesão familiar, de modo a que a sucessão de geração mantenha a capacidade de enfrentar os desafios e as dificuldades que o mundo dos negócios coloca no dia-a-dia", disse.
Duarte Ponte considerou, ainda, que "os Açores estão à beira de um novo impulso económico com um conjunto muito vasto de investimentos que vão ser despoletados a partir dos novos incentivos, que foram publicados este mês", acrescentando que "os seis sistemas de incentivos, um dos quais, o SIDEL, financiou o empreendimento inaugurado, estão aí para apoiar o desenvolvimento".

Duarte Ponte lembrou que "há uns anos atrás os Açores tinham um Produto Interno Bruto (PIB) que representava cerca de 75% da media do País e que hoje, segundo os últimos dados disponíveis, estão claramente a convergir".
"Em 2004, a Região já registava um aumento para 88% dessa média", percurso que, a continuar, "em 2007 terá registos muito acima desta marca, mas cujo valor só saberemos daqui a uns anos", acrescentou.
Apesar das expectativas positivas quanto ao desenvolvimento económico da Região, Duarte Ponte alertou para o facto de uma tal circunstância não "transformar os Açores num oásis".
Os Açores são "uma região que economicamente se integra na realidade económica nacional que, como se sabe, nos últimos anos, tem atravessado uma forte crise económica que nos atingiu a todos", alegou.
Segundo Duarte Ponte, graças ao desempenho do governo liderado por Carlos César "os Açores, mesmo enfrentando esta crise, conseguem criar emprego todos os anos", mantendo uma taxa de desemprego de 3,9%.
"Em 1996, tínhamos 89 mil pessoas empregadas e, hoje, temos cerca de 109 mil pessoas a trabalhar, com uma população praticamente na mesma", afirmou, concluindo que "isto significa que, se há mais trabalho e emprego, há mais desenvolvimento, cria-se mais riqueza e o nosso PIB aumenta".
Mas para que se continue a criar emprego e desenvolvimento, Duarte Ponte sublinhou ser "muito importante" a existência de "empresas economicamente viáveis, melhor preparadas com recursos humanos mais qualificados".
O secretário regional da Economia afirmou que a "universidade é importante e fundamental", mas, acrescentou que, apesar disso, "de lá não se sai empresário o que significa que é fundamental a escola que, por vezes, passa pela transmissão do testemunho de pai para filho ou do avô para o neto", aludindo ao exemplo das "Lojas Papagaio" (Electroferragens Correia) como empresa familiar que é.
"Esta empresa que nasceu pequena há 57 anos e que, ao longo dos anos, cresceu e se ramificou tem, hoje, a responsabilidade de manter a coesão familiar, de modo a que a sucessão de geração mantenha a capacidade de enfrentar os desafios e as dificuldades que o mundo dos negócios coloca no dia-a-dia", disse.
Duarte Ponte considerou, ainda, que "os Açores estão à beira de um novo impulso económico com um conjunto muito vasto de investimentos que vão ser despoletados a partir dos novos incentivos, que foram publicados este mês", acrescentando que "os seis sistemas de incentivos, um dos quais, o SIDEL, financiou o empreendimento inaugurado, estão aí para apoiar o desenvolvimento".
+ Informações:
Fonte: www.da.online.pt
Data: 2007-11-20 12:25:45
Visualizações: 180
Data: 2007-11-20 12:25:45
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