Parque Urbano da cidade ficará pronto no Verão de 2009
Com este parque – diz a autarca - fica dado o sinal claro de que a estratégia da cidade de Ponta Delgada é sustentável, onde se quer combinar o crescimento urbanístico, económico e demográfico com a sustentabilidade ambiental, porque há que pensar nas gerações que nos sucederão.
O contrato de empreitada e fiscalização da obra do futuro Parque Urbano de Ponta Delgada - a norte da 2ª circular (entre o caminho da Levada e o Caminho do Pico do Funcho) foram ontem assinados no Salão Nobre da Câmara Municipal de Ponta Delgada. A obra de construção do Parque foi adjudicada à empresa Somague e a fiscalização fica a cargo do Gabinete de Estudos 118, num processo que se vai desenvolver por 16 meses, ficando, assim, pronto a meados do Verão de 2009.
O futuro parque, da autoria do arquitecto paisagista Sidónio Pardal (autor dos parques urbanos do Porto e de Braga), em colaboração com a Universidade Técnica de Lisboa, estende-se numa área de 200 mil metros quadrados (20 hectares), o que para Berta Cabral, que falava no acto de assinatura, "lhe confere uma dimensão única e impar no panorama regional", realçando também que esta é a obra municipal feita no concelho com o valor financeiro mais elevado. Numa primeira fase, o valor ronda os 11,8 milhões de euros, os quais ficam divididos pela aquisição de terrenos (5 milhões de euros), pela obra de acesso (2 milhões de euros) – que já está em curso - e a composição do parque (4,8 milhões de euros), que vai arrancar dentro em breve.
De acordo com a autarca, o novo Parque Urbano vai dar uma nova centralidade ao norte da cidade, uma zona em franca expansão, em torno da rotunda de São Gonçalo, onde nasceu uma nova área comercial e habitacional, sublinhando que este projecto é importante porque a cidade já não constrói um grande jardim desde o século XIX [Jardim António Borges em 1858] e é necessário construir um novo em pleno século XXI.
O Parque Urbano contempla a construção de circuitos de manutenção e de circulação pedonal em toda a extensão, estando prevista a implantação de cerca de 53 espécies arbóreas, arbustivas e herbáceas, que se traduzirão na plantação de cerca de seis mil unidades no perímetro do parque. Vai ter tanques de água compartimentados, utilizando materiais tradicionais com uma arquitectura paisagística do nosso tempo, considerado por Berta Cabral como "um parque de geração que vai marcar o século XXI na cidade", pois o que se vai construir "é uma extraordinária estrutura paisagística, ambiental, cultural e turística para o município".
Com este parque – diz a autarca -, fica dado o sinal claro de que a estratégia da cidade de Ponta Delgada "é sustentável, onde se quer combinar o crescimento urbanístico, económico, demográfico com a sustentabilidade ambiental, porque há que pensar nas gerações que nos irão suceder".
A parte mais morosa, de acordo com a autarca, por uma questão burocrática, teve a ver com a compra dos terrenos (5 milhões de euros), composta por 32 parcelas, sendo que neste momento apenas duas delas se encontram em processo de finalização de expropriação.
A autarca referiu ainda que quando o parque foi pensado uma das preocupações centrou-se na garantia de um bom acesso, sendo por isso que já se encontra em construção "uma estrutura rodoviária com cerca de 1100 metros de comprimento, que estará concluída no início de 2008 e que permitirá separar e delimitar o parque, bem como criar uma zona de acesso".
Este projecto está a ser desenvolvido numa parceria público-privada entre a Empresa Municipal Acção PDL, EM, envolvendo parceiros com experiência relevante em diversos domínios que vão desde a concepção, construção e montagem deste tipo de equipamentos colectivos, disse a autarca.
A terminar, Berta Cabral fez questão de sublinhar que a decisão de construir um parque destas dimensões "é histórica" e que o conjunto das infra-estruturas "é mais do que um pulmão verde", pois o parque Urbano será "uma área de lazer e de convívio entre gerações onde tudo se conjugará: edifícios, praças, alamedas e todos os usos que animam um centro cultural e ambiental".
Para valorizar o Parque, a autarca lembra que a Associação de Jardins-Escola S. João de Deus, uma IPSS nacional, vai edificar um novo Jardim-Escola próximo do Parque, com a possibilidade deste usufruir de valências – creche, jardim-de-infância e um estabelecimento do 1º Ciclo do Ensino Básico – à medida do que já disponibiliza em todo o país.
Recorde-se que para que o projecto dessa IPSS fosse viável, a Assembleia Municipal de Ponta Delgada deliberou a desafectação do domínio público de um terreno, com vista à edificação desta escola, com uma área total de 4150 m2.

O contrato de empreitada e fiscalização da obra do futuro Parque Urbano de Ponta Delgada - a norte da 2ª circular (entre o caminho da Levada e o Caminho do Pico do Funcho) foram ontem assinados no Salão Nobre da Câmara Municipal de Ponta Delgada. A obra de construção do Parque foi adjudicada à empresa Somague e a fiscalização fica a cargo do Gabinete de Estudos 118, num processo que se vai desenvolver por 16 meses, ficando, assim, pronto a meados do Verão de 2009.
O futuro parque, da autoria do arquitecto paisagista Sidónio Pardal (autor dos parques urbanos do Porto e de Braga), em colaboração com a Universidade Técnica de Lisboa, estende-se numa área de 200 mil metros quadrados (20 hectares), o que para Berta Cabral, que falava no acto de assinatura, "lhe confere uma dimensão única e impar no panorama regional", realçando também que esta é a obra municipal feita no concelho com o valor financeiro mais elevado. Numa primeira fase, o valor ronda os 11,8 milhões de euros, os quais ficam divididos pela aquisição de terrenos (5 milhões de euros), pela obra de acesso (2 milhões de euros) – que já está em curso - e a composição do parque (4,8 milhões de euros), que vai arrancar dentro em breve.
De acordo com a autarca, o novo Parque Urbano vai dar uma nova centralidade ao norte da cidade, uma zona em franca expansão, em torno da rotunda de São Gonçalo, onde nasceu uma nova área comercial e habitacional, sublinhando que este projecto é importante porque a cidade já não constrói um grande jardim desde o século XIX [Jardim António Borges em 1858] e é necessário construir um novo em pleno século XXI.
O Parque Urbano contempla a construção de circuitos de manutenção e de circulação pedonal em toda a extensão, estando prevista a implantação de cerca de 53 espécies arbóreas, arbustivas e herbáceas, que se traduzirão na plantação de cerca de seis mil unidades no perímetro do parque. Vai ter tanques de água compartimentados, utilizando materiais tradicionais com uma arquitectura paisagística do nosso tempo, considerado por Berta Cabral como "um parque de geração que vai marcar o século XXI na cidade", pois o que se vai construir "é uma extraordinária estrutura paisagística, ambiental, cultural e turística para o município".
Com este parque – diz a autarca -, fica dado o sinal claro de que a estratégia da cidade de Ponta Delgada "é sustentável, onde se quer combinar o crescimento urbanístico, económico, demográfico com a sustentabilidade ambiental, porque há que pensar nas gerações que nos irão suceder".
A parte mais morosa, de acordo com a autarca, por uma questão burocrática, teve a ver com a compra dos terrenos (5 milhões de euros), composta por 32 parcelas, sendo que neste momento apenas duas delas se encontram em processo de finalização de expropriação.
A autarca referiu ainda que quando o parque foi pensado uma das preocupações centrou-se na garantia de um bom acesso, sendo por isso que já se encontra em construção "uma estrutura rodoviária com cerca de 1100 metros de comprimento, que estará concluída no início de 2008 e que permitirá separar e delimitar o parque, bem como criar uma zona de acesso".
Este projecto está a ser desenvolvido numa parceria público-privada entre a Empresa Municipal Acção PDL, EM, envolvendo parceiros com experiência relevante em diversos domínios que vão desde a concepção, construção e montagem deste tipo de equipamentos colectivos, disse a autarca.
A terminar, Berta Cabral fez questão de sublinhar que a decisão de construir um parque destas dimensões "é histórica" e que o conjunto das infra-estruturas "é mais do que um pulmão verde", pois o parque Urbano será "uma área de lazer e de convívio entre gerações onde tudo se conjugará: edifícios, praças, alamedas e todos os usos que animam um centro cultural e ambiental".
Para valorizar o Parque, a autarca lembra que a Associação de Jardins-Escola S. João de Deus, uma IPSS nacional, vai edificar um novo Jardim-Escola próximo do Parque, com a possibilidade deste usufruir de valências – creche, jardim-de-infância e um estabelecimento do 1º Ciclo do Ensino Básico – à medida do que já disponibiliza em todo o país.
Recorde-se que para que o projecto dessa IPSS fosse viável, a Assembleia Municipal de Ponta Delgada deliberou a desafectação do domínio público de um terreno, com vista à edificação desta escola, com uma área total de 4150 m2.
+ Informações:
Fonte: www.da.online.pt
Autor: Nélia Câmara
Data: 2007-11-21 14:03:37
Visualizações: 207
Autor: Nélia Câmara
Data: 2007-11-21 14:03:37
Visualizações: 207
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