IFAP “engana e rouba” os Picoenses, acusa CDS-PP
A Comissão Política da Ilha do Pico do CDS-PP acusou, ontem, o IFAP (Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas) de, "ao longo dos anos, estar a enganar os Picoenses, nomeadamente através dos cálculos das áreas das pastagens que são em zonas de relevo e montanhosas".
Mostrando-se "solenemente preocupada com muitos processos levantados pelo IFAP a vários lavradores da ilha do Pico", os populares liderados por Manuel Eleutério Serpa pedem o apuramento de responsabilidades para acabar com situações que consideram prejudiciais para os lavradores da ilha montanha.
Em causa estão as medições das áreas de terrenos de muitos lavradores picoenses pelo método da fotografia aérea.
Segundo os democratas-cristãos, "no Continente, as fotografias aéreas nas zonas de relevo e montanhosas foram executadas por empresas devidamente credenciadas. Nos Açores, foi o Secretário da Habitação e Equipamentos, através de um acordo celebrado com o antigo IFADAP, que tomou a responsabilidade de realizar as fotografias aéreas".
O problema é que, concretizam, "se, por um lado, as medições efectuadas por meio das fotografias aéreas não são esclarecedoras, chegando mesmo a ser prejudiciais para os donos dos terrenos nos acessos a apoios públicos, por outro, passados vários anos ainda existem zonas que se encontram por medir, penalizando injustamente a lavoura Picoense".
Assim, a Comissão Política de Ilha do CDS-PP afirma ter "conhecimento de casos em que as medições aéreas aos terrenos acabaram por «roubar» ao terreno cerca de 40% da área total do mesmo, pois não foram contabilizadas as áreas montanhosas. Em conclusão, a lavoura tem sido fortemente penalizado".
Manuel Eleutério Serpa salienta que "muitos lavradores tiveram mesmo que, num curto prazo de tempo, devolver ao IFAP a diferença dos subsídios que tinham recebido ao longo dos anos, incluindo juros, porque as medições feitas no terreno divergiam das mediações feitas por fotografia aérea".
Entretanto, prosseguem os centristas, "outros tiveram mesmo os seus bens penhorados porque não tinham o dinheiro disponível para devolver ao IFAP".
Perante os factos que têm levado muitos lavradores "a ponderar abandonar a actividade", a Comissão Política do CDS-PP da Ilha do Pico "exige, de imediato, ao IFAP, que efectue um contrato com uma empresa credível e credenciada, para que sejam feitas as medições aos terrenos correctamente, de molde a que os lavradores possam candidatar-se aos apoios públicos para investimento nos seus terrenos".

Mostrando-se "solenemente preocupada com muitos processos levantados pelo IFAP a vários lavradores da ilha do Pico", os populares liderados por Manuel Eleutério Serpa pedem o apuramento de responsabilidades para acabar com situações que consideram prejudiciais para os lavradores da ilha montanha.
Em causa estão as medições das áreas de terrenos de muitos lavradores picoenses pelo método da fotografia aérea.
Segundo os democratas-cristãos, "no Continente, as fotografias aéreas nas zonas de relevo e montanhosas foram executadas por empresas devidamente credenciadas. Nos Açores, foi o Secretário da Habitação e Equipamentos, através de um acordo celebrado com o antigo IFADAP, que tomou a responsabilidade de realizar as fotografias aéreas".
O problema é que, concretizam, "se, por um lado, as medições efectuadas por meio das fotografias aéreas não são esclarecedoras, chegando mesmo a ser prejudiciais para os donos dos terrenos nos acessos a apoios públicos, por outro, passados vários anos ainda existem zonas que se encontram por medir, penalizando injustamente a lavoura Picoense".
Assim, a Comissão Política de Ilha do CDS-PP afirma ter "conhecimento de casos em que as medições aéreas aos terrenos acabaram por «roubar» ao terreno cerca de 40% da área total do mesmo, pois não foram contabilizadas as áreas montanhosas. Em conclusão, a lavoura tem sido fortemente penalizado".
Manuel Eleutério Serpa salienta que "muitos lavradores tiveram mesmo que, num curto prazo de tempo, devolver ao IFAP a diferença dos subsídios que tinham recebido ao longo dos anos, incluindo juros, porque as medições feitas no terreno divergiam das mediações feitas por fotografia aérea".
Entretanto, prosseguem os centristas, "outros tiveram mesmo os seus bens penhorados porque não tinham o dinheiro disponível para devolver ao IFAP".
Perante os factos que têm levado muitos lavradores "a ponderar abandonar a actividade", a Comissão Política do CDS-PP da Ilha do Pico "exige, de imediato, ao IFAP, que efectue um contrato com uma empresa credível e credenciada, para que sejam feitas as medições aos terrenos correctamente, de molde a que os lavradores possam candidatar-se aos apoios públicos para investimento nos seus terrenos".
+ Informações:
Fonte: diario dos açores
Data: 2008-07-23 11:16:07
Visualizações: 75
Data: 2008-07-23 11:16:07
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