Governo desafia empresários para atitude de coragem e confiança e na economia
O secretário regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos desafiou as empresas açorianas a acompanharem o Governo numa atitude de “confiança e coragem” quanto ao futuro da economia.
Na abertura, quinta-feira em Ponta Delgada, da Feira de Construção Civil e Materiais de Construção promovida pela Câmara de Comércio e Indústria local e pela associação de empresários do sector AICOPA, José Contente assegurou, por outro lado, a atenção do Executivo ao funcionamento dos mecanismos de regulação regional.
Garantiu que o Governo está atento, também, às dificuldades que podem surgir ou que já surgiram, realçando, a este propósito, a linha de crédito anunciada recentemente pelo chefe do Executivo para acudir a problemas conjunturais das empresas.
Segundo José Contente, importa, porém, que os empresários tenham consciência de que fenómenos como a globalização atingem a Região e da dimensão do mercado regional.
“Não é expectável nem realista que todos os anos o consumo de cimento ultrapasse as 300 mil toneladas, como se regista de alguns anos a esta parte”, considerou o governante, alertando para a necessidade de melhorar a competitividade, a qualidade, a eficiência e a capacitação das empresas regionais para a redução da sinistralidade laboral.
Sublinhou, ainda, as particularidades do novo edifício legislativo, nomeadamente do código laboral e de contratação pública que, nos Açores, teve uma atenção especial por parte do Governo.
Nos Açores, os trabalhos a mais podem chegar aos 25 por cento, o ajuste directo pode ser feito num ano à mesma empresa e mais do que uma vez de acordo com o previsto na legislação.
Segundo José Contente, houve uma atenção que exige das entidades oficiais, e também das empresas, novas abordagens na aprendizagem para que esses contratos e esses concursos não paralisem e possam cumprir todos os requisitos.
Advertiu, ainda, para a importância de apenas se projectar “aquilo que se pode pagar”.
Na abertura, quinta-feira em Ponta Delgada, da Feira de Construção Civil e Materiais de Construção promovida pela Câmara de Comércio e Indústria local e pela associação de empresários do sector AICOPA, José Contente assegurou, por outro lado, a atenção do Executivo ao funcionamento dos mecanismos de regulação regional.
Garantiu que o Governo está atento, também, às dificuldades que podem surgir ou que já surgiram, realçando, a este propósito, a linha de crédito anunciada recentemente pelo chefe do Executivo para acudir a problemas conjunturais das empresas.
Segundo José Contente, importa, porém, que os empresários tenham consciência de que fenómenos como a globalização atingem a Região e da dimensão do mercado regional.
“Não é expectável nem realista que todos os anos o consumo de cimento ultrapasse as 300 mil toneladas, como se regista de alguns anos a esta parte”, considerou o governante, alertando para a necessidade de melhorar a competitividade, a qualidade, a eficiência e a capacitação das empresas regionais para a redução da sinistralidade laboral.
Sublinhou, ainda, as particularidades do novo edifício legislativo, nomeadamente do código laboral e de contratação pública que, nos Açores, teve uma atenção especial por parte do Governo.
Nos Açores, os trabalhos a mais podem chegar aos 25 por cento, o ajuste directo pode ser feito num ano à mesma empresa e mais do que uma vez de acordo com o previsto na legislação.
Segundo José Contente, houve uma atenção que exige das entidades oficiais, e também das empresas, novas abordagens na aprendizagem para que esses contratos e esses concursos não paralisem e possam cumprir todos os requisitos.
Advertiu, ainda, para a importância de apenas se projectar “aquilo que se pode pagar”.
+ Informações:
Fonte: GaCS/AP/CP
Data: 2008-11-21 10:30:20
Visualizações: 119
Data: 2008-11-21 10:30:20
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